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E na primavera, flores!



 

Hoje acredita-se que o buquê de noivas surgiu na época do Império Romano. Naquela época as noivas carregavam um buquê de ervas aromáticas que tinha o intuito de afastar os maus espíritos. Com o passar do tempo, as ervas aromáticas foram sendo substituídas por flores, já que a Igreja não via com bons olhos a tal estória dos maus espíritos. As flores foram escolhidas graças ao seu significado de fertilidade e de realização da vida.
Da mesma forma, o costume que hoje vemos em todos os casamentos, onde a noiva joga seu buquê após a cerimônia para as convidadas solteiras, como premonição de um casamento próximo; originou-se por volta do século XIV e veio substituir o costume que era praticado até então; o de tirar pedaços do vestido da noiva como forma de trazer sorte para a conquista de um novo amor.
Essa tradição está tão ligada ao ato do casamento e as cerimônias nupciais que, além de ser adotada em várias religiões diferentes, ainda sofreu modificações ínfimas ao longo do tempo. O buquê de noivas está tão ligado a mística do casamento que algumas noivas usam dois ou mais buquês durante a cerimônia. Um será jogado para as solteiras disputarem a chance de um casamento próximo e o outro, normalmente o que estava com a noiva no altar, será desidratado e ocupará seu lugar de destaque nas lembranças daquele dia memorável (juntamente com o vestido e as imagens do casamento). Algumas noivas ainda usam mais de dois buquês, com o intuito de presentear os sobressalentes para alguém especial que tenha sido convidado e que tenha representado um papel de destaque na união dos noivos ou na vida da noiva.


A escolha das flores que comporão o buquê era bem simples antigamente. Um buquê de flores de laranjeira ou margaridas do campo que significavam a pureza e a virgindade da noiva. Nos dias atuais, essa tradição foi abandonada e toda a incrível variedade de flores de que dispomos na natureza (ou pela manipulação do homem) já é vista comumente nas cerimônias de casamento. Com isso, os buquês de noiva ganharam cores, formas e composições que os transformaram em verdadeiras obras de arte (alguns poderiam ser chamados até de arte surrealista).
Mas, a composição do arranjo de flores para o buquê de noiva tem de levar em consideração o tipo físico da pessoa que o carregará. Afinal de contas, como todo acessório, deve compor o visual de quem o carrega com harmonia e discrição. E o mesmo tipo de arranjo carregado por uma noiva alta e magra não cairá bem para uma noiva mais baixa e mais opulenta; e vice-versa.


Fonte:http://www.flores-online.com

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